Durante muito tempo, a igualdade remuneratória foi vista como um princípio importante — mas distante da operação do dia a dia.
Hoje, isso mudou.
Com a Diretiva Europeia sobre Transparência Salarial (UE 2023/970), há uma data que deixa de ser simbólica: 7 de junho de 2026. Agora é a sério. As empresas terão mesmo de se preocupar em diminuir e/ou mitigar as diferenças salariais que existam entre mulheres e homens a desempenharem trabalho idêntico ou trabalho de igual valor.
O que está realmente em causa
Transparência salarial não é divulgar salários individuais. É garantir que existem critérios claros sobre:
– Como os salários são definidos; – Como evoluem; – E como se justificam.
É passar de decisões percebidas como arbitrárias… para decisões compreendidas.
Porque é que este tema ganhou urgência
Três forças estão a acelerar esta mudança:
Pressão legal Novas obrigações: faixas salariais no recrutamento, direito à informação, justificação de diferenças e reporte para empresas >100 colaboradores. Em caso de discriminação, o ónus da prova passa para a empresa.
Dados claros Em Portugal, as mulheres recebem em média menos 12,5%. Na UE, cerca de 11,1%. Não são apenas números — são o motor da legislação.
O verdadeiro risco não é legal – é estratégico
O impacto já se sente:
• Dificuldade em atrair talento. • Perda de confiança interna. • Risco reputacional. • Correções tardias e desorganizadas.
A transparência não evita apenas problemas. Evita surpresas.
Reagir ou antecipar
Com 2026 a aproximar-se, há dois caminhos:
Reativo: Cumprir no limite, sob pressão e com maior risco.
Estratégico: Preparar com tempo, corrigir de forma faseada e reforçar confiança.
A diferença está na forma como a empresa chega lá.
Transparência Salarial: cumprir ou correr riscos? Saiba como preparar a sua empresa.
Durante muito tempo, a igualdade remuneratória foi vista como um princípio importante — mas distante da operação do dia a dia.
Hoje, isso mudou.
Com a Diretiva Europeia sobre Transparência Salarial (UE 2023/970), há uma data que deixa de ser simbólica: 7 de junho de 2026. Agora é a sério. As empresas terão mesmo de se preocupar em diminuir e/ou mitigar as diferenças salariais que existam entre mulheres e homens a desempenharem trabalho idêntico ou trabalho de igual valor.
O que está realmente em causa
Transparência salarial não é divulgar salários individuais. É garantir que existem critérios claros sobre:
– Como os salários são definidos;
– Como evoluem;
– E como se justificam.
É passar de decisões percebidas como arbitrárias… para decisões compreendidas.
Porque é que este tema ganhou urgência
Três forças estão a acelerar esta mudança:
Pressão legal
Novas obrigações: faixas salariais no recrutamento, direito à informação, justificação de diferenças e reporte para empresas >100 colaboradores.
Em caso de discriminação, o ónus da prova passa para a empresa.
Dados claros
Em Portugal, as mulheres recebem em média menos 12,5%. Na UE, cerca de 11,1%.
Não são apenas números — são o motor da legislação.
O verdadeiro risco não é legal – é estratégico
O impacto já se sente:
• Dificuldade em atrair talento.
• Perda de confiança interna.
• Risco reputacional.
• Correções tardias e desorganizadas.
A transparência não evita apenas problemas. Evita surpresas.
Reagir ou antecipar
Com 2026 a aproximar-se, há dois caminhos:
Reativo: Cumprir no limite, sob pressão e com maior risco.
Estratégico: Preparar com tempo, corrigir de forma faseada e reforçar confiança.
A diferença está na forma como a empresa chega lá.
Mas, por onde começar?
– Rever estruturas salariais.
– Mapear funções.
– Identificar incoerências.
– Definir critérios claros.
– Organizar dados.
– Preparar líderes.
Formação
Para apoiar este processo, a Aurion Academy desenvolveu a formação:
Transparência Salarial: como preparar a sua empresa para o novo quadro legal
Certificação DGERT e SIGO
Uma sessão prática para:
• Compreender a Diretiva (UE) 2023/970.
• Identificar riscos.
• Estruturar políticas remuneratórias.
• Preparar um plano interno.
Condições
Até 06 maio: 297,50€ (Early Bird)
Depois: 350€
Descontos para múltiplas inscrições.
Certificação DGERT.
A transparência salarial não é uma tendência. É uma mudança estrutural.
As empresas que se anteciparem ganham controlo, confiança e posicionamento. As restantes vão adaptar-se mais tarde — com mais pressão e dificuldades.
FORMAÇÃO: Transparência Salarial
Prepare já a sua empresa, com tempo e clareza, para responder ao novo quadro da transparência salarial.
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